AFASTE-SE DE QUEM SÓ APROVEITA DE VOCÊ!

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Afastar-se de quem só se aproveita é tarefa árdua.

Aquelas relações que seguimos carregando como uma bola de ferro nos pés, são pesadas, nos machucam, sugam nossa energia, nosso tempo e nosso amor. Algumas pessoas que amamos, utilizam nossa boa vontade, conscientes ou inconscientes, unicamente para seu benefício egoísta.

Simbioses formam o mundo, a mãe natureza, nossa grande mestra é composta de simbioses.

Nossos bebês nascem indefesos e precisam da mãe para tudo – desde o início da vida somos dependentes de alguém ou de algo, de ar, de água, alimento, luz do sol….. E de simbioses a simbioses, vamos nos associando e dissociando, formando associações que servem um momento em quanto outras, se permitirmos,, permanecem enquanto pelo menos uma das espécies se beneficia, como peixes que acompanham o tubarão, as hienas que espreitam leões, as plantas trepadeiras nas árvores …seres humanos a se edificar ou destruir no ciclo da vida e morte que não cessa, se alimentando ou destruindo mutualmente, parasitariamente.

Nas relações humanas se reconhece o mesmo paradigma, partimos dos nossos lares maternos em simbioses de sobrevivência e simbioses comportamentais com nossos familiares, algumas matrizes vamos repetindo com o grupo de amigos e parceiros/as amorosos/as, outras matrizes vão surgindo com o desenrolar dos anos entre as diferentes interações que criamos.

Nossa biologia está firmemente estruturada nas simbioses que somos, nosso corpo é um milagre existencial da simbiose de bilhões de células, nascendo e morrendo a cada respiração. O interessante é constatar que nossa noção de sermos o milagre que somos desapareceu por completo – resumiu-se a uma vida nos âmbitos da mente. Dentro da família, da escola, ambientes sociais, criamos círculos simbióticos de pensamentos, sensações, emoções, comportamentos – dependências.

A mais dolorosa de todas as simbioses – são as simbioses comportamentais com as pessoas que amamos, pessoas com as quais alimentamos uma simbiose tóxica em nossas vidas, mutuamente.

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Em algum momento já exercemos de tubarão, de peixinho acompanhante ou de comida no ciclos da vida, mas quando nossa consciência começa a expandir-se, inicia-se o processo de autoconhecimento e organização da nossa interação com a realidade que vivenciamos..

Quem sou? Só reclamo? Meu ambiente mental é pesado? Baixa autoestima?

Somos co-criadores da nossa realidade imediata, assim que, atraímos as simbioses relacionais através da nossa vibração.

Duro. Dói. Reconhecer-se. – “Eu atraio e mereço o que está acontecendo agora em minha vida.”

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Aquele amigo que está sempre sem grana – mesmo quando o amigo trabalhava, saia contigo e magicamente na hora de pagar o cartão de crédito dele não funciona? Te manda o texto ainda na cara dura, ” você tem grana, paga tudo” – você há anos paga tudo não? Coitadinho do amigo, sofre tanto – você dá presentes, dá apoio, e ele nunca muda, pede dinheiro até para comprar um remédio caríssimo que o filho precisa, mas nunca deixa de comprar sua 6 latinhas no final de cada dia, nem de planejar sua viagem ao exterior, fala mal de você, de como você ” se acha”, de como você é ” manipulador”, se não fosse só o se aproveitar e fazer de vítima, ainda te inveja abertamente.

O quanto de álcool, tabaco, comida junk e pessoas tóxicas que vem sem avisar o mal que fazem queremos ingerir. Mas a maior coragem é não precisar mais dessas simbioses.

Afastar-se de quem só se aproveita, de quem só pesa, só reclama, só vive em drama e conflito.

Quando um círculo vicioso se rompe – é um alívio, uma tristeza, um desespero, uma alegria. Vira memória ou peso, somos nós que decidimos. Praticar o desapego não só na teoria e na dialética. Ser o desapego. Abrir espaço para o novo. Para o que podemos ser em novos horizontes.  Caminhar em rumo ao desconhecido de coração aberto e com lugar no peito para novas experiências.
Novas simbioses. De LUZ, de PAZ, de Alegria. Leves….

Uma ráfaga de vento sob nossas asas…rumo à liberdade.

Fonte: O segredo

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